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No ranking dos preços de passagens de ônibus, BH aparece entre as tarifas mais caras do país

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Último reajuste aconteceu em dezembro de 2018, um dia depois do Natal, e tornou Belo Horizonte a capital com tarifa mais cara do Brasil na época. Agora, empresas de ônibus pedem novo aumento da passagem. Os poucos ônibus que circularam nesta semana em BH ficaram lotados
TV Globo
O preço da tarifa do ônibus em Belo Horizonte, que voltou aos holofotes durante a greve – ou locaute, para alguns especialistas – da categoria, é um dos mais caros do Brasil.
Reajustada no apagar das luzes de 2018, a passagem mais popular na capital custa R$ 4,50. No caso dos ônibus suplementares, a tarifa custa R$ 1; dos circulares, R$ 3,15; e a linha executiva, R$ 6,75.
Levantamento feito pelo g1 Minas entre todas as capitais do país mostra que Brasília tem o valor mais alto, seguido por Porto Alegre (RS) e, depois, por Belo Horizonte, juntamente com Curitiba, Boa Vista e Florianópolis (veja abaixo).
Qual o valor das tarifas de ônibus mais populares em cada capital?*
* Observações: em Natal, o valor no cartão cai para R$ 3,90 e, em Florianópolis, para R$ 4,38. No Recife, 80% da população usa esse ônibus a R$ 3,75, mas também há tarifas de R$ 2,45 e R$ 5,10, usadas por uma minoria. Em Brasília, a linha mais usada é esta de R$ 5,50, mas também há passagens a R$ 2,70 e R$ 3,80. Em Porto Velho, até 31/12/21, o passageiro pode pagar R$ 3, por conta de um subsídio provisório da prefeitura.
Há dez anos, o valor da tarifa de ônibus em BH era muito menor. A passagem mais comum, que hoje custa R$ 4,50, custava R$ 2,65 em 2011. O ônibus circular era R$ 1,85 e o suplementar, 60 centavos. De lá pra cá, o preço já sofreu oito reajustes.
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Acordo entre prefeitura e empresas, inquérito do MP, palavrão de Kalil e decisão judicial
A última vez que a tarifa de ônibus subiu em Belo Horizonte foi no apagar das luzes de 2018, quando passou de R$ 4,05 para o valor atual, de R$ 4,50.
Tarifa do ônibus em BH é de R$ 4,50 desde janeiro de 2019.
Paulo Pires/TV Globo
Na época, a prefeitura fez uma auditoria do transporte público, que apontou que o preço da passagem deveria custar R$ 6,35. Essa auditoria acabou se tornando alvo de investigações do MP de Contas e da CPI da BHTrans, neste ano.
Enquanto a auditoria da prefeitura colocava o preço nas alturas, o Movimento Tarifa Zero fez um estudo, no mesmo ano, que apontava que a passagem deveria custar R$ 3,45.
Apesar da polêmica nos valores, a prefeitura fechou um acordo com os empresários no apagar das luzes de 2018. Foi um dia depois do Natal que o anúncio do reajuste de 11% foi feito.
Dois dias depois, o Ministério Público instaurou um inquérito para apurar a alta. O prefeito Alexandre Kalil escreveu, na ocasião: “Temos um contrato e uma auditoria publicada. Não temos satisfação a dar a ninguém”. O prefeito seguiu tecendo críticas ao MP, e chegou a dizer que estava “puto” com o órgão:
Alexandre Kalil (PHS) critica Ministério Público após abertura de inquérito sobre aumento da tarifa
Twitter/Reprodução
Uma decisão judicial em primeira instância acabou suspendendo o reajuste no mesmo dia em que ele começaria a valer, em 30 de dezembro de 2018. A decisão, liminar, partiu de uma ação civil pública protocolada pelos movimentos Nossa BH e Tarifa Zero.
Poucos dias depois, a prefeitura derrubou a liminar e o aumento passou a vigorar.
Na última sexta-feira (19), Kalil disse, em entrevista coletiva, que não haverá reajuste de passagem no final deste ano. Mas agora enfrenta uma paralisação dos ônibus na cidade, que alguns especialistas dizem se tratar de um locaute, ou seja, um movimento coordenado pelos empresários para pressionar pelo novo reajuste do preço das passagens.
O argumento usado pelas empresas de ônibus neste ano lembra o que disseram em 2018. Agora, dizem que estão vivendo uma “crise sem precedentes”. E que o aumento tarifário é fundamental para o setor e que está previsto em contrato. Há meses, o setor diz que a pandemia provocou um prejuízo de R$ 300 milhões.
Em 2018, os empresários disseram que tinham um rombo de R$ 20 milhões por mês.
Kalil vai participar da nova audiência com os empresários de ônibus, na tarde desta terça, intermediada pelo Tribunal Regional do Trabalho, quando um novo acordo pode ser costurado – aos moldes do que aconteceu há três anos.
Quando a tarifa de Belo Horizonte foi aumentada para R$ 4,50, ela se tornou a mais cara dentre todas as capitais do país, na ocasião. Até julho de 2019, ela seguia como a mais cara, juntamente com Curitiba.
Locaute
Afinal, a paralisação dos ônibus em Belo Horizonte, que começou desde a madrugada de segunda-feira (22), é uma greve ou um locaute?
Para André Veloso, integrante do movimento Tarifa Zero, é um locaute – quando os patrões se recusam a ceder aos trabalhadores os instrumentos para que eles desenvolvam seu trabalho, impedindo-os de exercer a atividade.
Na avaliação do especialista em transporte público, o locaute seria uma forma de as empresas pressionarem a prefeitura a reajustar a tarifa de ônibus.
Na última sexta-feira (19), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) falou que não haverá aumento de passagem no final deste ano. A última alta ocorreu em 2018, quando a tarifa pastou a custar R$ 4,50.
Além disso, o locaute também seria um protesto contra um projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal que determina o fim da isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e o restabelecimento da cobrança da Taxa de Gerenciamento Operacional às empresas de ônibus.
“Essa paralisação que a gente está vendo hoje não tem nenhuma resistência por parte das empresas de ônibus. Então, não é uma greve, é o que a gente chama de locaute, quando as empresas impedem o acesso dos trabalhadores ao local de trabalho. Então, as empresas mesmo estão tirando os ônibus das ruas , mas atribuindo isso ao sindicato”, disse André Veloso.
O Setra-BH, que representa as empresas de ônibus, negou que as concessionárias tenham promovido locaute. O STTRBH, sindicato dos rodoviários, disse que desconhece a hipótese de locaute e que a greve tem o objetivo de reivindicar direitos da categoria.
Já a prefeitura enviou uma nota, assinada pelo próprio prefeito Alexandre Kalil (PSD), em que diz: “Isso é muito grave. A prefeitura de Belo Horizonte não comenta ilação”.
2º dia de paralisação
Estação Barreiro ficou totalmente vazia no início da manhã desta terça-feira; nenhum veículo passou pelo local
TV Globo
Segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), apenas 30,8% das viagens programadas na cidade entre 0h e 6h desta terça-feira foram realizadas. Entre 6h e 7h, esse percentual subiu para 35%.
Uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG) determina o funcionamento de, no mínimo, 60% da frota durante a greve, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Após reunião na tarde de segunda-feira (22), o sindicato dos rodoviários disse que iria cumprir esse percentual, mas isso não se confirmou nesta manhã de terça (23).
Entre 6h e 7h, a estação Vilarinho foi a que mais registrou viagens, mas ainda sem alcançar os 60%: por lá, foram feitas 54% das que estavam programadas. Veja o balanço do horário, segundo a BHTrans:
Barreiro: 5%
Diamante: 4%
José Cândido: 50%
Pampulha: 29%
São Gabriel: 31%
São José: 29%
Venda Nova: 28%
Vilarinho: 54%
Demais Linhas: 42%
De acordo com a BHTrans, por volta das 8h30, apenas a estação Vilarinho estava aberta. As demais foram fechadas por manifestantes.
Estação Barreiro ficou vazia na manhã desta terça-feira (23)
Júlio César Santos/ TV Globo
Estações vazias e filas nos pontos
A estação Barreiro, que recebe, em média, 57 mil passageiros por dia, ficou vazia durante a manhã desta terça, e nenhum veículo passou pelo local.
Na estação Diamante, os ônibus também pararam de circular. Os passageiros formaram uma fila na porta do local à espera do serviço.
Estação Diamante, em Belo Horizonte, na manhã desta terça-feira (23)
Júlio César Santos/ TV Globo
Fila de passageiros à espera de ônibus na estação Diamante, em BH
Júlio César Santos/ TV Globo
Quando um ônibus da linha 30 (Estação Diamante/ Centro) passou no entorno da estação, por volta das 7h, dezenas de usuários cercaram o veículo e conseguiram embarcar.
Os ônibus da empresa de ônibus Transcbel, localizada no bairro Tirol, também na Região do Barreiro, foram impedidos de sair da garagem. O primeiro veículo deixaria o local às 3h50, mas, até as 4h15, nenhum tinha se deslocado e não havia previsão de partida.
Ônibus foram impedidos de sair de uma garagem no bairro Tirol, no Barreiro
TV Globo
Na estação Pampulha, a maior de Belo Horizonte, por onde passam, em média, 84 mil passageiros por dia, os usuários chegavam a esperar uma hora pelos ônibus, no início da manhã desta terça-feira. A espera era ainda maior porque um grupo de grevistas impedia a entrada dos coletivos no local, por volta das 6h.
Grupo de grevistas impede a entrada de ônibus na estação Pampulha, em BH
TV Globo
Na estação Vilarinho, a espera pelos ônibus era de até 40 minutos. Alguns coletivos passaram pela estação, mas a fila de passageiros ainda era grande no local por volta das 6h10.
Fila de passageiros na Estação Vilarinho, em Belo Horizonte, na manhã desta terça-feira
TV Globo
À TV Globo, a auxiliar administrativo Maria Cristina dos Santos conta que não encontrou ônibus para ir trabalhar. Ela chegou ao ponto de ônibus, no Barreiro, ainda na madrugada e não conseguiu transporte até o início da manhã.
“Está horrível. Não passa ônibus. Não tem ônibus para ir trabalhar. Os 60% que eles falaram ninguém está vendo”, diz.
Auxiliar administrativo Maria Cristina dos Santos
TV Globo
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À espera de ônibus, passageiros lotam estações em primeiro dia de greve em Belo Horizonte
Sem acordo
No fim da tarde desta segunda-feira, foi realizada uma reunião entre o Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região (STTRBH) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT).
No entanto, não houve acordo entre as partes, e os trabalhadores optaram por seguir com a greve de ônibus em BH.
Os motoristas pedem reajuste salarial (INPC e perdas dos últimos anos), retorno do ticket nas férias, pagamento do abono 2019/2020 e fim da limitação do passe livre. Já as empresas alegam uma “crise sem precedentes” e não apresentaram nenhuma proposta durante a reunião no TRT.
Uma nova reunião foi marcada para esta terça-feira. A Prefeitura de Belo Horizonte será intimada a participar. Até lá, o STTRBH disse que iria cumprir a decisão judicial que ordenou funcionamento de, no mínimo, 60% da frota.
BHTrans vai acionar a Justiça para garantir funcionamento mínimo de ônibus durante a greve
O presidente da BHTrans, Diogo Prosdocimi, disse que a decisão judicial que ordenou funcionamento de, no mínimo, 60% da frota foi descumprida em todas as estações de ônibus da capital na manhã de segunda-feira, primeiro dia de greve.
Paralisação na segunda-feira
Motoristas de ônibus de Belo Horizonte iniciaram a greve na madrugada de segunda-feira (22). Pela manhã, moradores da capital que precisam do transporte público para se locomover estavam com dificuldade para encontrar veículos disponíveis.
Segundo balanço da BHTrans, as estações estavam realizando, no máximo, 30% das viagens programadas na faixa das 6h. Na faixa das 7h, este percentual subiu para 41%. Nas estações Barreiro e Diamante, os ônibus não circularam.
Na Estação Pampulha, foi registrado filas imensas e passageiros relataram que chegaram no local de madrugada e até o início da manhã não conseguiram embarcar.
Já na Estação São Gabriel, na Região Nordeste da capital, onde somente 25% das viagens foram cumpridas, ônibus que deveriam passar em um intervalo de três minutos, demoraram mais de uma hora.
Greve dos motoristas de ônibus de BH complica a vida dos passageiros
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