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Criança de 2 anos fica com o dedo preso em ralo de metal e precisa ser sedada em Muriaé

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Ocorrência foi registrada na última terça-feira (23); veja orientações do Corpo de Bombeiros. Criança fica com dedo preso em ralo de metal em Muriaé
Corpo de Bombeiros/Divulgação
Uma criança de 2 anos e 9 meses prendeu o dedo em um ralo de metal e precisou ser anestesiada para retirá-lo do objeto em Muriaé. A ocorrência foi registrada na última terça-feira (23) pelo Corpo de Bombeiros que, em julho deste ano, atenderam outra ocorrência de criança dedo preso em um ralo.
Conforme o sargento do Corpo de Bombeiros, Saulo Fonseca, os pais chegaram com a criança no batalhão para a retirada, contudo, como material do ralo era muito resistente, a criança precisou ser levada para o Hospital São Paulo, onde precisou ser anestesiada.
“O material era muito resistente, de aço inoxidável então não foi possível o corte do material com nossos alicates de pressão. Foi necessário o corte com uma esmerilhadeira e disco de abrasão próprio. Devido ao risco de se operar a ferramenta aliada a agitação da criança, foi necessário a intervenção médica para sedar a paciente e só depois conseguir fazer o corte do material de forma segura para a criança e para nós”, explicou o militar.
Ele ressaltou ainda que durante o corte do material, devido à alta rotação do disco, além do barulho e faíscas, é gerado um calor intenso, o que deixou a criança mais agitada e, por isso, foi necessária a sedação.
“Quando a pessoa está acordada, ela mesmo vai nos falando se o material está quente, se dá pra continuar o corte ou não. Com a criança sedada, inconsciente, tivemos esse outro desafio que era de controlar a temperatura do material. Mas graças ao apoio da equipe do centro cirúrgico e a experiência e habilidade dos bombeiros, a operação foi um sucesso e o ralo retirado de dedo da criança, a qual, após retornar da sedação foi devolvida ao colo da mãe”, completou o sargento Saulo.
Criança precisou ser sedada para retirada do objeto
Corpo de Bomberios/Divulgação
Outros acidentes
De acordo com o Corpo de Bombeiros, este tipo de ocorrência é muito comum em que criança e, às vezes até adultos, ficam com partes do corpo presa em objetos de todos os tipos.
“Alguns exemplos que já atendermos, posso citar crianças com a cabeça presa em panela de pressão, em quadro de bicicleta, em grades de porta e por aí vai. Dedo estrangulado por anéis ou alianças é mais comum em adulto, porém, em criança é mais comum prenderem o dedo em ralos, em peças de brinquedo de plástico, entre outros. As crianças sempre apresentam muita resistência, seja por medo e por dor também, uma vez que sempre que há esse estrangulamento, notamos também o inchaço do local, em algumas situações, inclusive o dessa criança, há também um esfolamento da pele, o que trás muita dor pra criança e isso dificulta muito a retirada”, ressaltou o bombeiro.
Orientações
O Corpo de Bombeiros deu ao g1 orientações sobre os cuidados para evitar a ocorrência deste tipo de incidente. A primeira delas é que os pais supervisionem as crianças e os locais onde elas não devem ficar sem a presença de um adulto.
Em caso de acidente, a dica é que não tentem fazer a retirada forçada de qualquer membro que esteja preso.
“Por curiosidade, muitas crianças acabam prendendo membros em locais como ralos, grades, entre outros. Por isso, é necessário sempre estar de olho nas crianças e caso ocorra, chamar os órgãos competentes para fazer a retirada segura”, explicou o sargento Fonseca.
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